A former resident of the re-emerging old city of the Igarata. The ruins of a sunken town which had remained underwater since 1969 have re-emerged, as parts of Brazil grapple with the country's worst drought in 80 years. Photo: Nacho Doce / Reuters

[Translation by Microsoft Translator]

By Catherine Alencastro
1 April 2015

BRASILIA (O Globo) – In yet another government meeting to evaluate the water crisis in part of the country, the diagnosis is that, in the Northeast, there are currently 56 cities in a state of collapse, i.e., without water for more than four days. According to the government, there is an ongoing operation being managed by state and local governments. In the Southeast, despite the March rains, the water regime was lower than expected and the reservoirs of Rio de Janeiro and São Paulo are still operating below the average.

In relation to the Northeast, the Union asked for a diagnosis and said it will take further action with the army. It is estimated that up to 105 Northeastern cities can get into situation of collapse. The Minister of national integration, Gilberto Occhi, stated that at the next meeting of the working group which monitors the water crisis within the government, the situation of 500 wells and water supply systems in the Northeast will be assessed.

According to the government, there are studies indicating that this drought can last for up to three to four years. The Environment Minister, Izabella Teixeira, claimed that her team is devising a plan to adapt to climate change.

The Cantareira system, from São Paulo, is still below the dead volume, and follows operating with this water reserve. And the system of the Paraíba do Sul, Rio, is operating at its useful volume (so above the dead volume), but below average.

“We're in the month of transition and, between now and June, the rains diminish too. The rains in the Southeast from October to March were 70% to 75% of the average historical values,” said Carlos Nobre, of the Ministry of Science and Technology.

The President of the national water agency (ANA), Vicente Andreu, explained that the body has adjusted the withdrawal of water from the reservoirs of the Southeast to avoid depleting even more their levels. In the case of the Cantareira, the current water withdrawal is one third of the withdrawal in normal situations.

The situation of the Paraíba do Sul, according to the ANA, is better. The reservoir had "significant improvement" and operates at 16% of its useful volume. In February, the usable volume of the Paraíba do Sul was zero. Over the past year, however, the situation has deteriorated. The tank, at this same time in 2014, operated at 40% of its useful volume.

Izabella, Occhi and technicians gathered at the Presidential Palace in the Minister's Office Aloízio Mercadante.

Water crisis: 56 Northeastern cities are in situation of collapse, says Government


[Original story, em Português]

BRASÍLIA — Em mais uma reunião do governo para avaliar a crise hídrica por que passa parte do país, o diagnóstico é que, no Nordeste, há neste momento 56 cidades em situação de colapso, ou seja, há mais de quatro dias sem água. Segundo o governo, há uma operação de carros pipa em curso sendo gerenciada pelos governos estaduais e municipais. No Sudeste, apesar das chuvas de março, o regime de águas foi inferior ao esperado e os reservatórios do Rio de Janeiro e de São Paulo continuam operando abaixo da média.

Em relação ao Nordeste, a União pediu um diagnóstico e disse que irá tomar outras medidas com o Exército. Estima-se que até 105 cidades nordestinas podem entrar em situação de colapso. O ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, afirmou que na próxima reunião do grupo de trabalho que monitora a crise hídrica dentro do governo, serão avaliadas a situação das obras de 500 poços e sistemas de abastecimento de água em andamento no Nordeste.

Segundo o governo, há estudos que indicam que essa seca pode durar um ciclo de três a quatro anos. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou que sua equipe elabora um plano de adaptação às mudanças climáticas.

O sistema Cantareira, de São Paulo, não recompôs sequer o volume morto, e segue operando com essa reserva de água. E o Sistema do Paraíba do Sul, no Rio, está operando em seu volume útil (portanto acima do volume morto), mas abaixo da média.

— Já estamos no mês de transição e, entre agora e junho, as chuvas diminuem muito. As chuvas no Sudeste de outubro a março foram de 70% a 75% dos valores históricos médios — disse Carlos Nobre, do Ministério da Ciência e Tecnologia.

O presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu, explicou que o órgão tem regulado a retirada de água dos reservatórios do Sudeste para evitar o rebaixamento ainda maior de seus níveis. No caso do Cantareira, a retirada de água atual é um terço da retirada em situações normais.

A situação do Paraíba do Sul, segundo a ANA, é melhor. O reservatório teve "melhora significativa" e opera a 16% de seu volume útil. Em fevereiro, o volume útil do Paraíba do Sul era zero. Com relação ao ano passado, no entanto, a situação é muito ruim. O reservatório, nesta mesma época, em 2014, operava a 40% de seu volume útil.

Izabella, Occhi e os técnicos se reuniram no Palácio do Planalto no gabinete do ministro Aloizio Mercadante.

Crise hídrica: 56 cidades nordestinas estão em situação de colapso, diz governo

1 comments :

  1. Anonymous said...

    Just a matter of time before people start dying down there (and here).

    Meanwhile, brain-dead Republicans keep claiming "it's not happening".  

 

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